Caros camaradas
Lembram-se certamente das instalações precárias que tinha-mos em MAMPATÁ. Não havia nada, simplesmente resumia-se a uma tabanca típica dos naturais Guineenses. As condições Higiénicas do pessoal um bem primário da natureza humana não exestia, mais uma vez adaptação dos nossos militares às circunstâncias foi notória criaram o banho FULA.
Consistia básicamente numa lata de cerveja aberta que retirava água dum bidon e era despejada pelo corpo ensaboado.
Parece que não tem nada de especial, mas para nós que nada tinha-mos foi uma ideia sensacional. Mais uma vez as nossas tropas tinham empregue o famoso Slogan " DESENRASCA-TE ".
Mais tarde foi construido por iniciativa do Capitão da Companhia, um Balneário que apesar de rudimentar serviu as nossas necessidades.
Até breve
Mário Pinto
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Ò EVARISTO TENS CÁ DISTO
Caros camaradas
Gostaria de lembrar o nosso 1.º Sargento Evaristo da Silva, nosso camarada mais velho nestas andanças da Guerra.
O nosso primeiro como todos o tratavam, estava afastado de nós por força das circunstancias. Encontrava-se em A.FORMOSA, sede do Comando do Sector onde funcionava a nossa Secretaria por motivos logísticos.
O 1.º Sargento Evaristo por isso vivia afastado da Companhia, juntamente com o2.º Sargento Sampaio e o 1.º Cabo Esc. Machado. Era notória a sua preocupação em saber notícias do pessoal diáriamente junto de quem
todos os dias de MAMPATÁ se dirigia a A. FORMOSA, abastecer ( água, pão e a chegada do Dakota ).
O Primeiro apesar de afastado sentia as dificuldades do nosso pessoal, várias vezes o manifestou á minha pessoa dizendo Fur. Pinto o nosso pessoal anda no duro mas se Deus quizer nada lhes vai acontecer.
Lembro-me especialmente quando por altura do fim de cada mês o mesmo se deslocava a MAMPATÁ para efectuar o pagamento à Companhia, que fartote.
O pessoal nesse dia punha a cabeça em água ao nosso Primeiro com a célebre fraze " Ó EVARISTO TENS CÁ DISTO ", fazendo o gesto respectivo.
Ao divagar pela minha memória longincoa, lembreime de deixar uma homenagem ao nosso Primeiro. PAZ á sua Alma.
Até sempre
Mário Pinto
Gostaria de lembrar o nosso 1.º Sargento Evaristo da Silva, nosso camarada mais velho nestas andanças da Guerra.
O nosso primeiro como todos o tratavam, estava afastado de nós por força das circunstancias. Encontrava-se em A.FORMOSA, sede do Comando do Sector onde funcionava a nossa Secretaria por motivos logísticos.
O 1.º Sargento Evaristo por isso vivia afastado da Companhia, juntamente com o2.º Sargento Sampaio e o 1.º Cabo Esc. Machado. Era notória a sua preocupação em saber notícias do pessoal diáriamente junto de quem
todos os dias de MAMPATÁ se dirigia a A. FORMOSA, abastecer ( água, pão e a chegada do Dakota ).
O Primeiro apesar de afastado sentia as dificuldades do nosso pessoal, várias vezes o manifestou á minha pessoa dizendo Fur. Pinto o nosso pessoal anda no duro mas se Deus quizer nada lhes vai acontecer.
Lembro-me especialmente quando por altura do fim de cada mês o mesmo se deslocava a MAMPATÁ para efectuar o pagamento à Companhia, que fartote.
O pessoal nesse dia punha a cabeça em água ao nosso Primeiro com a célebre fraze " Ó EVARISTO TENS CÁ DISTO ", fazendo o gesto respectivo.
Ao divagar pela minha memória longincoa, lembreime de deixar uma homenagem ao nosso Primeiro. PAZ á sua Alma.
Até sempre
Mário Pinto
segunda-feira, 27 de julho de 2009
3.º GRUPO DE COMBATE

Caros camaradas
Gostaria hoje de falar do 3.º Grupo de Combate. Tinha como seu Comandante o ALF. MIL. Badagola secundado pelos FURS. MILS. Pinto, Leite e Isidro.
Tinha na sua constituição camaradas nossos que foram figuras míticas como o Sold. Albino ( O Pescador), exímio na sua arma o DILAGRAMA, conseguia atirar uma granada, por um buraco aberto na vegetação, tantas foram as vezes que o fez. O nosso 1.º Cabo Ferreira que foi ferido no ataque a Mampatá. O Guerreiro com o seu tubo de morteiro 6o mm conseguia fazer fogo em qualquer circunstância, O Cavaco refilava muito mas era bravo no mato, o Jacinto com a HK 21 e o corpo todo enrolado de fitas de munições, o Silvestre, Loução. Rosa, Gorrão, O 1.º cabo Pereira, Inácio, o Martins e tantos outros que a memória não se recorda. Todos estes camaradas na sua maioria oriundos do Alentejo e Algarve.
Nem sempre as decisões foram consensuais, tinhamos discussões algumas até azedas mas era próprio da nossa juventude.
Tive orgulho de várias vezes chefiar este Grupo de Combate na auxencia do seu comandante quando das suas férias na Metropole.
Homens rudes é certo mas de uma genorizidade imensa não se negavam a nada e com a pica na mão eram uns ases e foram muitas as vezes que o fizeram.
Sofreram na pele todas as amarguras da Guerra. Quem não se lembra por exemplo das instalações do NIASSA e do UIGE, mesmo na Guiné em Mampatá nunca tiveram casernas dormiram meses no chão em redor das Tabancas, lutaram venceram e hoje são orgulhosos do seu passado.
Aqui deixo a minha homenagem ao 3.º grupo de combate porque foi com eles que vivi esta Guerra de perto.
Um abraço
Mário Pinto
Gostaria hoje de falar do 3.º Grupo de Combate. Tinha como seu Comandante o ALF. MIL. Badagola secundado pelos FURS. MILS. Pinto, Leite e Isidro.
Tinha na sua constituição camaradas nossos que foram figuras míticas como o Sold. Albino ( O Pescador), exímio na sua arma o DILAGRAMA, conseguia atirar uma granada, por um buraco aberto na vegetação, tantas foram as vezes que o fez. O nosso 1.º Cabo Ferreira que foi ferido no ataque a Mampatá. O Guerreiro com o seu tubo de morteiro 6o mm conseguia fazer fogo em qualquer circunstância, O Cavaco refilava muito mas era bravo no mato, o Jacinto com a HK 21 e o corpo todo enrolado de fitas de munições, o Silvestre, Loução. Rosa, Gorrão, O 1.º cabo Pereira, Inácio, o Martins e tantos outros que a memória não se recorda. Todos estes camaradas na sua maioria oriundos do Alentejo e Algarve.
Nem sempre as decisões foram consensuais, tinhamos discussões algumas até azedas mas era próprio da nossa juventude.
Tive orgulho de várias vezes chefiar este Grupo de Combate na auxencia do seu comandante quando das suas férias na Metropole.
Homens rudes é certo mas de uma genorizidade imensa não se negavam a nada e com a pica na mão eram uns ases e foram muitas as vezes que o fizeram.
Sofreram na pele todas as amarguras da Guerra. Quem não se lembra por exemplo das instalações do NIASSA e do UIGE, mesmo na Guiné em Mampatá nunca tiveram casernas dormiram meses no chão em redor das Tabancas, lutaram venceram e hoje são orgulhosos do seu passado.
Aqui deixo a minha homenagem ao 3.º grupo de combate porque foi com eles que vivi esta Guerra de perto.
Um abraço
Mário Pinto
SAMBA BALDÉ
Caros camaradas
Gostaria de lembrar a figura mítica que foi SAMBA BALDÉ, Cmdt. do Pelotão Milicias 234, experiente militar que muito nos foi útil na nossa integração nas matas de COLIBUIA, NHACOBÁ, SARE USSO e UANE.
Homem grande de MAMPATÁ, pronto sempre a dar a sua ajuda sábia às nossas amarguras da Guerra. Homem de uma profunda Fé na sua religião ( Islãmica ), sempre pronto a explicar aos leigos como nós a sua Religião e o Alcorão.
Várias vezes tive SAMBA BALDÉ, como guia dentro da mata á frente da sua mílicia, e admirava a sua postura modesta mas altiva e grandiosa na frente de Combate.
Foi importante o seu contributo para as missões que nos eram solicitadas e estou convicto que muitas delas tiveram exito devido á sua intervenção.
O SAMBA BALDÉ hoje muito dificilmente se encontra entre nós. Só peço que não tenha sido dos mártires da Revolução quando da entrega da Guiné ao PAIGC. porque o mesmo no seu encontro com Alá, merecia uma morte santa e abençoado pelos seus concidadães.
Até breve
Mário Pinto
Gostaria de lembrar a figura mítica que foi SAMBA BALDÉ, Cmdt. do Pelotão Milicias 234, experiente militar que muito nos foi útil na nossa integração nas matas de COLIBUIA, NHACOBÁ, SARE USSO e UANE.
Homem grande de MAMPATÁ, pronto sempre a dar a sua ajuda sábia às nossas amarguras da Guerra. Homem de uma profunda Fé na sua religião ( Islãmica ), sempre pronto a explicar aos leigos como nós a sua Religião e o Alcorão.
Várias vezes tive SAMBA BALDÉ, como guia dentro da mata á frente da sua mílicia, e admirava a sua postura modesta mas altiva e grandiosa na frente de Combate.
Foi importante o seu contributo para as missões que nos eram solicitadas e estou convicto que muitas delas tiveram exito devido á sua intervenção.
O SAMBA BALDÉ hoje muito dificilmente se encontra entre nós. Só peço que não tenha sido dos mártires da Revolução quando da entrega da Guiné ao PAIGC. porque o mesmo no seu encontro com Alá, merecia uma morte santa e abençoado pelos seus concidadães.
Até breve
Mário Pinto
domingo, 26 de julho de 2009
ATAQUE A MAMPATÁ

Caros camaradas
No dia 17 de Agosto de 1970 pelas 17h30, deu-se o Grande Ataque a MAMPATÁ, pelo IN, durante 20 minutos com um efectivo estimado em 100 elementos armados com armas ligeiras, morteiros 82 mm, morteiros 60mm e RPG-2. O IN instalou a Oeste da Tabanca ocupando a zona compreendida entre a estrada MAMPATÁ-UANE e o trilho MAMPATÁ-GUIDAL. O fogo IN, apanhou toda a gente de surpresa derivado á sua violencia e intencidade, como a sua precisão de tiro, pois foram registados 30 rebentamentos no perímetro do aquartelamento causando às nossas tropas 9 feridos ( 3 graves) e à população 5 feridos (1grave). O IN, face à nossa surpresa inicial tentou o assalto vindo junto do arama farpado, só que aí a surpresa foi do IN. Porque já refeitos do Ataque inicial rispostá-mos violentamente e fazendo explodir os fornilhos existentes na zona para defesa do Aquartelamento o IN, retirou com baixas pesadas tal era os rastos de sangue e destroços no terreno onde rebentaram os fornilhos. O IN foi perseguido por nós, que o viemos a contactar mais á frente a Sul do Rio BUNISSÃ, o fogo do contacto foi tremendo pois a raiva contida pelas NT era imensa. Causámos ao IN tal pavor que o mesmo debandou desorganisado para Sul.
O IN utilizou como itinerário de aproximação a estrada BUBA-IEROIEL e um trilho das NT que parte de IERO-SALDÉ até IEROIEL, fugindo assim às forças empenhadas na contrapenetração que se encontravam emboscadas em UANE.
É de louvar o comportamento do Sol. Cond. Auto António Santos Encarnação que de baixo de fogo IN, conseguiu transportar na sua viatura os feridos para a enfermaria e munições de Morteiro, com risco da própria vida.
Nota- Dados biográficos retirados da História da Unidade.
Até breve
Mário Pinto
No dia 17 de Agosto de 1970 pelas 17h30, deu-se o Grande Ataque a MAMPATÁ, pelo IN, durante 20 minutos com um efectivo estimado em 100 elementos armados com armas ligeiras, morteiros 82 mm, morteiros 60mm e RPG-2. O IN instalou a Oeste da Tabanca ocupando a zona compreendida entre a estrada MAMPATÁ-UANE e o trilho MAMPATÁ-GUIDAL. O fogo IN, apanhou toda a gente de surpresa derivado á sua violencia e intencidade, como a sua precisão de tiro, pois foram registados 30 rebentamentos no perímetro do aquartelamento causando às nossas tropas 9 feridos ( 3 graves) e à população 5 feridos (1grave). O IN, face à nossa surpresa inicial tentou o assalto vindo junto do arama farpado, só que aí a surpresa foi do IN. Porque já refeitos do Ataque inicial rispostá-mos violentamente e fazendo explodir os fornilhos existentes na zona para defesa do Aquartelamento o IN, retirou com baixas pesadas tal era os rastos de sangue e destroços no terreno onde rebentaram os fornilhos. O IN foi perseguido por nós, que o viemos a contactar mais á frente a Sul do Rio BUNISSÃ, o fogo do contacto foi tremendo pois a raiva contida pelas NT era imensa. Causámos ao IN tal pavor que o mesmo debandou desorganisado para Sul.
O IN utilizou como itinerário de aproximação a estrada BUBA-IEROIEL e um trilho das NT que parte de IERO-SALDÉ até IEROIEL, fugindo assim às forças empenhadas na contrapenetração que se encontravam emboscadas em UANE.
É de louvar o comportamento do Sol. Cond. Auto António Santos Encarnação que de baixo de fogo IN, conseguiu transportar na sua viatura os feridos para a enfermaria e munições de Morteiro, com risco da própria vida.
Nota- Dados biográficos retirados da História da Unidade.
Até breve
Mário Pinto
sábado, 25 de julho de 2009
ESCOLA DE CONDUÇÃO DE MAMPATÁ
Caros camaradas
Certamente estão lembrados desta Es. Cond. de Mampatá, dirigida pelo nosso Furriel Torres, Mec. Auto, mais conhecido pelo RODINHAS.
Foi neste local que muito de nós, pela primeira vez conduziram e aprenderam o Código da Estrada que era administrado pelo Fur. Torres e a condução por ele ou um dos seus condutores.
Nos famosos " Salta Pocinhas" lá iamos nós gastando a gasolina da Comp. e arranhando as mudanças no local de instrução, se bem se lembram era à entrada de MAMPATÁ, no Campo de Futebol.
Assim nos instruímos como ases do volante e lá fomos 5 dias para Bissau directos ao Q.G. fazer exame, para nos ser atribuida a famosa CARTA VERDE COM LISTA BRANCA.
A mesma tinha efeito Cívil em quanto Militares e depois de passarmos à peluda a mesma era trocada pela carta normal, sem mais exames.
Para muitos isto foi proveitoso, o que na altura se fazia para se gosar 5 dias em Bissau, mais tarde foi de uma utilidade, graças à Es. Cond. de Mampatá.
Até Breve
Mário Pinto
Certamente estão lembrados desta Es. Cond. de Mampatá, dirigida pelo nosso Furriel Torres, Mec. Auto, mais conhecido pelo RODINHAS.
Foi neste local que muito de nós, pela primeira vez conduziram e aprenderam o Código da Estrada que era administrado pelo Fur. Torres e a condução por ele ou um dos seus condutores.
Nos famosos " Salta Pocinhas" lá iamos nós gastando a gasolina da Comp. e arranhando as mudanças no local de instrução, se bem se lembram era à entrada de MAMPATÁ, no Campo de Futebol.
Assim nos instruímos como ases do volante e lá fomos 5 dias para Bissau directos ao Q.G. fazer exame, para nos ser atribuida a famosa CARTA VERDE COM LISTA BRANCA.
A mesma tinha efeito Cívil em quanto Militares e depois de passarmos à peluda a mesma era trocada pela carta normal, sem mais exames.
Para muitos isto foi proveitoso, o que na altura se fazia para se gosar 5 dias em Bissau, mais tarde foi de uma utilidade, graças à Es. Cond. de Mampatá.
Até Breve
Mário Pinto
O RONCO

Caros camaradas
Das acções de Combate que a nossa Companhia realizou na nossa ZA, nomeadamente no corredor de MISSIRÃ, gostaria de realçar a do 2.º Grupo de Combate da Cart. 2519.
No dia 10 de Abril de 1970 forças da Cart 2519 tendo como Comandante o Alferes Miliciano de Infantaria José de Pinho Borges, emboscaram em IERO SALDÉ pelas 12h00 uma coluna de reabastecimentos IN estimado em 40 elementos que se deslocava de UNAL para PORTUGOL. O IN que sofreu 4 mortos confirmados ( abandonados no terreno) e vários feridos, retirou para Sul. Foi capturado ao IN vário material e documentos militares.
Destaca-se que pela primeira vez na região ter sido visto um Grupo IN munido de um RÁDIO de grande alcance, com a particularidade de ser transportado por um individo de ráça branca.
RESULTADOS OBTIDOS:
a) Baixas do IN
_ Mortos confirmados ....................................... 4
- Feridos ........................................................... Vários
b) Material e documentos capturados ao IN:
- Granadas de morteiro de 82 mm ................... 39
- Granadas de morteiro 60 mm ....................... . 52
- Cargas de morteiro de 82 mm ........................ 3oo
- Cargas de morteiro 60 mm ............................ 60
- Cartuchos de 7,62 mm .................................. 5 ooo
- Fio eléctrico (metros) .................................... 20
- Minas A/C .................................................... 6
- Minas A/P .....................................................10
- Açucar (Kg.) ..................................................20
- Roupa (Farda militar) ................................... vária
- Sabão (Kg.) .................................................. 10
- Sal (Kg.) ....................................................... 10
- Documentos ................................................vários (alguns de relevo do ponto de vista militar)
c) Baixas sofridas pela NT.
- Mortos ....................................................... Nada
- Feridos ...................................................... Nada
DIVERSOS
- À a realçar o empenhamento e agressividade da nossa força e a competencia do seu comandante Oficial com boa actividade operacional.
Nota. - Estes elementos foram retirados da História da Unidade
Até breve
Mário Pinto
Das acções de Combate que a nossa Companhia realizou na nossa ZA, nomeadamente no corredor de MISSIRÃ, gostaria de realçar a do 2.º Grupo de Combate da Cart. 2519.
No dia 10 de Abril de 1970 forças da Cart 2519 tendo como Comandante o Alferes Miliciano de Infantaria José de Pinho Borges, emboscaram em IERO SALDÉ pelas 12h00 uma coluna de reabastecimentos IN estimado em 40 elementos que se deslocava de UNAL para PORTUGOL. O IN que sofreu 4 mortos confirmados ( abandonados no terreno) e vários feridos, retirou para Sul. Foi capturado ao IN vário material e documentos militares.
Destaca-se que pela primeira vez na região ter sido visto um Grupo IN munido de um RÁDIO de grande alcance, com a particularidade de ser transportado por um individo de ráça branca.
RESULTADOS OBTIDOS:
a) Baixas do IN
_ Mortos confirmados ....................................... 4
- Feridos ........................................................... Vários
b) Material e documentos capturados ao IN:
- Granadas de morteiro de 82 mm ................... 39
- Granadas de morteiro 60 mm ....................... . 52
- Cargas de morteiro de 82 mm ........................ 3oo
- Cargas de morteiro 60 mm ............................ 60
- Cartuchos de 7,62 mm .................................. 5 ooo
- Fio eléctrico (metros) .................................... 20
- Minas A/C .................................................... 6
- Minas A/P .....................................................10
- Açucar (Kg.) ..................................................20
- Roupa (Farda militar) ................................... vária
- Sabão (Kg.) .................................................. 10
- Sal (Kg.) ....................................................... 10
- Documentos ................................................vários (alguns de relevo do ponto de vista militar)
c) Baixas sofridas pela NT.
- Mortos ....................................................... Nada
- Feridos ...................................................... Nada
DIVERSOS
- À a realçar o empenhamento e agressividade da nossa força e a competencia do seu comandante Oficial com boa actividade operacional.
Nota. - Estes elementos foram retirados da História da Unidade
Até breve
Mário Pinto
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